sábado, 23 de fevereiro de 2013

Excertos de...A Segunda Vinda de Cristo à Terra (Continuação...) de João Cerqueira


E ainda que das fantasias de cada cliente resultasse uma técnica distinta de chafurdar nas carnes de Liliana e Ludmila, todos comungavam de um desejo comum: «endrominar as duas ao mesmo tempo» - proeza que jamais alguém alcançara.
A semelhante cogitação bestial não escapou também o Comandante da GNR, homem experimentando na doma de cavalos e pastores alemães. Mal as moças se começaram a abanar agarradas ao varão, Liliana descendo lentamente até ao chão e Ludmila imitando as danças dos cossacos, o Comandante desinteressou-se da teoria de Joaquim Texugo sobre as mulheres francesas, tirou os óculos do bolso da farda, confundiu o seu copo de whisky com o do Dr. Afonso e acabou, tal o anfitrião, a beber pelo gargalo. A partir desse momento o sortilégio da carne subjugou-o, transfigurando-lhe o rosto; o feitiço fê-lo esticar o pescoço, arregalar os olhos, arreganhar os dentes e martelou-lhe na cabeça uma ideia tão firme quanto o varão das dançarinas.
O Dr. Afonso segredou-lhe algo sobre as pernas das raparigas, mas ele já não ouvia nada nem tão pouco enxergava outra coisa além daqueles dois corpos lúbricos. Eram duas feras, duas fêmeas com o cio que ele iria primeiro domesticar e depois possuir; quis pegar na chibata mas tinha-a deixado no carro dos Texugo. Sentindo-se desarmado ante tão bárbaras criaturas, capazes de o devorar vivo, hesitou e deu mais uma golada da garrafa para ganhar coragem.
Mas quando Ludmila deixou cair a saia e exibiu um par de nádegas generosas onde duas asas de borboleta pareciam sugadas para um buraco negro, o Comandante recobrou as forças, levantou-se como se fosse impor a ordem ou fuzilar comunistas, e declarou que «ia trinchar as duas». O Dr. Afonso ainda tentou agarrá-lo mas ele escapou-se com uma sapatada viril, voltou a colocar o seu boné e avançou em passo militar em direcção às dançarinas. Porém, pese a sua determinação, acabou por esbarrar numa outra autoridade, o Armando, segurança do Foli Bergere à noite, servente de pedreiro durante o dia e primo do Armindo.
O tumulto que se seguiu, durante o qual a autoridade da republica deu voz de prisão à autoridade do bordel, tendo esta tentado serenar aquela coadjuvada por alguns clientes, terminou abruptamente com a intervenção enérgica dos manos Texugo. Os fregueses foram empurrados para os sofás e o segurança-pedreiro ameaçado de duplo despedimento - era só fumaça, o povo que vai às casas de meninas é sereno. Reposta a ordem, Manuel e Joaquim trouxeram de volta à mesa o Comandante com a promessa de irem buscar as meninas.
Dito e feito. 
Dali a pouco, Manuel Texugo aparecia de braço dado com as dançarinas em trajes menores e sapatos de tacão alto para as apresentar aos amigos. Após dar-lhes sugestões de etiqueta e boas maneiras «fazeinde cuidado, quisto é gente fina!», despachou-as com uma palmada no traseiro a cada uma.
Assustadas como duas vitelas à porta do matadouro, Liliana e Ludmila prepararam-se para serem esquartejadas. Mas apenas sucedeu uma troca de beijinhos no rosto. Afinal, o desmanche iria ser suave. As dançarinas descontraem-se, cruzam as pernas, descruzam as pernas, e, aos poucos, erige-se uma cavaqueira excitada, com abundante riso, chalaças e balidos lascivos. Brindes com espumante das barracas de tiro da expo de Vilar de Mochos sucederam-se. Os irmãos Texugo preferiram manter-se à parte da conversa, deixando o pundonor das donzelas entregue aos amigos.
Perturbado pela adjacência das meninas, o calor dos corpos, o perfume e tanta carne à mostra, o pudibundo Ramalhete recordou-se da mulher a lavar o rabo no bidé e amaldiçoou a sua sorte - nunca o mundo lhe parecera tão injusto e as riquezas tão mal distribuídas. Passou-lhe então pela cabeça a possibilidade de experimentar com as Vénus de Alterne certas práticas de que ouvira falar e nunca ousara propor à desditosa esposa; ordinárias, porcas e perigosas, mas que deviam ser uma delícia. Sentindo próxima a desforra, não há fome que não dê fartura, encheu o peito e compôs o que supôs um ar mais jovem: um sorriso apatetado. Porém, dilacerava-o o dilema entre a cedência às tentações e a defesa da respeitabilidade, conflito que geralmente redunda na paralisia ou no titubeio. Era o que sucedia ao autarca. Tão depressa tecia elogios desconchavados a uma das meninas como de seguida corava envergonhado e remetia-se a longos silêncios, levando-as a pensar, cada uma à sua maneira e em línguas diferentes, que «ali estava um bom pato para ser depenado».
Nenhum destes problemas de índole moral ou higiénica acometia contudo o Comandante da GNR. Às moças reclamou-se de um vigor taurino e procurava indagar do peso, das medidas e especialidades de cada uma, provocando gargalhadas alarves a Manuel e Joaquim, ainda mais embaraço a Ramalhete, uma leve perplexidade ao Dr. Afonso, e muita indignação nas visadas Liliana e Ludmila. E, não contente com as respostas evasivas da primeira e as proferidas num idioma incompreensível pela segunda, mesmo após lhes mostrar um cartão de crédito dourado, tratava ele próprio de as descobrir medindo-as e apalpando-as.
O Dr. Afonso assistia divertido e, de vez em quando, também passava a mão nas coxas sedosas das novas amigas. Porém, ao contrário da reacção desencadeada contra o Comandante, forçando-o a retirar a mão e ameaçando dar-lhe um tabefe, Liliana e Ludmila não apenas lhe permitiam as intimidades como ainda sorriam. Incentivando-o no prosseguimento da exploração anatómica.
Apesar de volta e meia ver duas Lilianas e duas Ludmilas, logo oito coxas sedosas e oito seios de silicone, não se lembrar do que já tinha dito ou escutado, o Dr. Afonso, que entretanto abrira a camisa e ajeitara as pregas das calças francesas, começou a farejar uma nova oportunidade.
Uma oportunidade Hardcore.
E a oportunidade surgiu quando o Comandante da GNR, flagelado pelas maleitas de uma próstata de touro vetusto, se viu constrangido a abandonar as meninas para ir ao quarto de banho mictar. Não demorou mais de quatro minutos no urinol entupido e escarrado o representante da autoridade, mas quando regressou descobriu que tinha sido traído: Liliana estava sentada no colo do Dr. Afonso, Ludmila agarrava-se ao seu pescoço e ele bebia espumante pelo sapato de uma delas. Todos contentes.
Fulminado pela cena, como a mulher de Lot caso do sal voltasse à carne e, salgada como um presunto, o descobrisse com as filhas, o Comandante, que se tivesse a chibata imporia a moralidade nesta Sodoma imune a chuvas de fogo mas prometedora de pecados nefandos, amuou e exigiu que o levassem para casa.
Antes de a viagem começar o Comandante vomitou apoiado numa roda do Mercedes de Manuel Texugo. Depois foi deitado na manta do cão de Joaquim e assim permaneceu durante todo o percurso. Pelo caminhou, vociferou insultos entaramelados contra os emigrantes, os empresários e os comunistas. No entanto, quando chegou ao destino o Comandante recuperou o aprumo, fez continência aos empreiteiros e entrou em casa sem cambalear.

Informações sobre o autor no site http://www.joaocerqueira.com/


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Excerto de...A Segunda Vinda de Cristo à Terra de João Cerqueira (livro a publicar em breve)


Após ter corrompido o presidente Ramalhete, convencendo-o a autorizar a construção de um resort numa área protegida, o Dr. Tomás Afonso, o autarca e o Comandante da GNR são levados pelos empreiteiros Manuel e Joaquim Texugo a uma casa de meninas.

Na mesa dos sofás onde se sentaram, de frente para uma pista de dança com um varão no centro, bolas de espelhos e luzes vermelhas a catrapiscar no tecto, foram colocadas duas garrafas de whisky falsificado, um balde com gelo de água de um poço e copos que haviam sido lavados dentro de um bidão. Joaquim Texugo tirou os sapatos, serviu os amigos e bebeu pelo gargalo. Depois convidou-os a escolher algumas das meninas que estavam encostadas ao balcão ou passarinhavam de um lado para o outro, informando-os de que «já as havia corrido a todas para ganharem amor à casa». Mas, vendo-os indecisos, precisou as suas preferências «eu cá gosto delas cheiinhas, mas no fundo isto é um bicho que se aperta e chia».
E os bichos de Joaquim, soltos na selva do alterne mas atraídos pela presença do dono e curiosos das suas amizades, não pararam de desfilar rente à mesa lançando miradas concupiscentes, requebrando as ancas e empinando as mamocas, fenómeno pantomímico e luxuriante que deliciou o Dr. Afonso e levou o Presidente Ramalhete a deixar escapar o que lhe ia na alma «estas moças de hoje estão muito bem alimentadas».
Entretanto, na pista de dança começaram a abanar-se duas dançarinas, um pouco desengonçadas mas bem favorecidas pelas benesses da natureza e rigor da alimentação. O show consistia num número de striptease simultâneo, inventado pelas próprias depois de terem visto as provas de natação sincronizada nos Jogos Olímpicos. Raras vezes conseguiam tirar as peças de roupa ao mesmo tempo, cada uma dava passos diferentes, chegaram a chocar com as cabeças e por vezes até discutiam durante o espectáculo. Mas nada disto fazia diminuir o deslumbre do público masculino que, de boca aberta, observava a performance feminina num silêncio reverencial de crentes diante de uma epifania. Esse era o único momento da sessão durante o qual a vozearia se calava e apenas se ouvia, de uma velha gravação riscada, je t’aime moi non plus.
Com efeito, clientes que galhofavam ruidosamente, regateavam preços com as meninas, confidenciavam-lhes as misérias domésticas ou os infortúnios profissionais, escutado o anúncio do DJ de estar prestes a começar «o nunca visto show erótico e selvagem de Liliana e Ludmila», emudeciam. Porque as artistas, mesmo estando em cena há quase três meses e apresentando como única mudança a troca da posição direita para a posição esquerda, detinham o misterioso poder de enfeitiçar os fregueses do Foli Bergere. Poder que talvez adviesse de estarem proibidas de se dedicarem a outras artes da luxúria que não as do desnudar musical, enquanto durasse o aclamado show, erótico e selvagem. Por isso, nas noites de Sexta e de Sábado a imaginação dos clientes desvairava, por culpa dos meneios e da nudez de Liliana e Ludmila. Uma morena, outra loira, dois amores.

Informações sobre o autor no site http://www.joaocerqueira.com/

Lançamento de «CADERNOS ITALIANOS»,de EDUARDO PITTA, segunda-feira, na Almedina do Atrium Saldanha.


Mais informações sobre o livro aqui.

Civilização publica A Herdade de Jane Smiley

Título: A Herdade
Autor: Jane Smiley
Título original: A Thousand Acres
Tradução: Helena Lopes
Formato: 155 x 235 mm
Páginas: 456 pp.
Encadernação: Capa mole
Subfamília: Romance
EAN: 9789722634793
ISBN: 978-972-26-3479-3
PVP: 18,50 €
Lançamento: Fevereiro de 2013

A propriedade de Larry Cook é a maior de Zebulon County, Iowa, e um reflexo do seu trabalho e perseverança. De um momento para o outro, Larry, um homem orgulhoso e possessivo, decide reformarse e doar a propriedade às suas três filhas, Ginny, Rise e Caroline, numa atitude pouco típica do seu temperamento. A Herdade, o romance com que Jane Smiley venceu o Pulitzer, é uma adaptação 
contemporânea do Rei Lear. Foi adaptado ao cinema e interpretado, entre outros, por Michelle Pfeiffer, 
Jessica Lange ou Jason Robards.

Considerada uma das maiores autoras contemporâneas norte-americanas, o novo romance de Jane Smiley chega a Portugal com óptimas críticas por parte da imprensa internacional. “A Herdade é um romance forte e intrincado […] soberbo”, escreve o Sunday Times. “Ficção épica do mais alto nível, realista, intenso e completamente viciante.”, acrescenta a Literary Review. “Poderoso, comovente, íntimo e envolvente.”, conclui o New York Times. 
O seu último romance, Vida Privada, publicado pela Civilização em setembro de 2011, tinha por pano de fundo os grandes acontecimentos da história americana – da Guerra Civil à Segunda Guerra Mundial.

Jane Smiley nasceu em Los Angeles, na Califórnia, e viveu em vários sítios antes de tirar o bacharelato no Vassar College, em 1971. Passou um ano a viajar pela Europa e regressou aos EUA para tirar a licenciatura em Iowa, onde viria depois a ensinar. É autora de vários romances, incluindo Vida Privada e A Herdade, vencedor do Prémio Pulitzer, em 1992, de ensaios e de livros de não-ficção. Entrou, em 2001, para a Academia Americana de Artes e Letras e recebeu, em 2006, o prémio PEN USA Lifetime Achievement Award for Literature. Actualmente, vive no Norte da Califórnia.

Mais informações em: http://web.mac.com/therealjanesmiley/iWeb/Site/index.html

ACHIMPA nomeado para PRÉMIO SPA AUTORES 2013



ACHIMPA, de Catarina Sobral nomeado para a categoria de Melhor Livro Infanto-Juvenil do Prémio Autores 2013, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores.



GALA DE ENTREGA DE PRÉMIOS na segunda-feira às 21h.

Acompanhe-nos na RTP! 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Resultado - Passatempo O Homem que Sonhava Ser Hitler de Tiago Rebelo


O blog em parceria com o autor Tiago Rebelo tinha para oferecer um exemplar do livro O Homem Que Sonhava Ser Hitler. Para teres oportunidade de ser o vencedor bastava responder acertadamente às questões e preencher os restantes campos correctamente.


Com um total de 297 participações, o vencedor do passatempo é:

Ricardo José Neves Moita

Parabéns ao vencedor!

Quanto aos restantes, continuem a participar e acabará por ser vossa a sorte de vencer um passatempo.

Bizâncio - Novidades/Relançamentos de Fevereiro de 2013

Título: Descubra a Cabra Secreta que há em Si
Autor: Elizabeth Hilts
Colecção: Pequenos Livros
ISBN: 978-972-53-0521-8 Código de Barras: 9 789 725 305 218
Págs.: 240
Preço: Euros 11,79 / 12,50
Humor





Relançamentos:

Título: Não me F**** o Juízo
Subtítulo: Crítica da Manipulação Mental
Autor: Colin McGinn
Colecção: Filosoficamente
ISBN: 978-972-53-0413-6 Código de Barras: 9 789 725 304 136
Págs.: 96
Preço: Euros 7,14 / 7,57
Filosofia





Título: O Que É a Arte?
Autor: Nigel Warburton
Colecção: Filosoficamente
ISBN: 978-972-53-0355-9 Código de Barras: 9 789 725 303 559
Págs.: 188
Preço: Euros 12,86 / 13,63
Filosofia/Arte






Título: A Física do Futuro
Subtítulo: Como a Ciência Moldará o Mundo nos Próximos Cem Anos
Autor: Michio Kaku
Colecção: Máquina do Mundo
ISBN: 978-972-53-0480-8 Código de Barras: 9 789 725 304 808
Págs.: 464
Preço: Euros 15,09 / 16,00
Ciência


Civilização publica Trinta por Uma Linha de António Torrado


Título: Trinta por Uma Linha
Autor: António Torrado
Ilustrador: Cristina Malaquias
Formato: 216 x 276 mm
Páginas: 112
Encadernação: Capa dura
Subfamília: Pré-escolar – Primeiras Leituras
EAN: 9789722635820
ISBN: 978-972-26-3582-0
PVP: 13,99 €
Lançamento: Fevereiro de 2013

Trinta por Uma Linha reúne trinta pequenos contos muito divertidos, todos ligados por uma linha que faz nós e corrupios, desde a Aldinha que gosta tanto da escola que decide ensinar as formigas a ler, à gota de água que não quer cair em qualquer lugar até à bolacha Maria que não queria ser simplesmente Maria, queria ter mais nomes próprios e apelidos. Escrito por António Torrado, com o seu humor peculiar, o novo livro do popular autor é ilustrado por Cristina Malaquias. Este livro é recomendado pelo PNL como leitura autónoma ou de apoio para crianças no 3.º ano de escolaridade.

António Torrado é um dos autores mais conhecidos e admirados do nosso país. Licenciado em Filosofia e com uma atividade muito diversa, de escritor a pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão, publicou o primeiro livro aos dezoito anos. Vencedor do Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças em 1980 e 1988, em 2011 foi homenageado pelos quarenta anos de carreira no famoso encontro “Palavras Andarilhas”. 
As suas histórias e contos são, invariavelmente, primeiras leituras divertidas e didáticas. Tem mais de cem livros publicados. Em 2011, foi nomeado para o prémio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Lançamento «O VERÃO DE 2012»,de Paulo Varela Gomes, sexta-feira, na Fnac Chiado


Pedro Garcia Rosado assina pela Topseller e lança novo e vibrante "thriller"


Depois da aposta em James Patterson (o mais bem-sucedido autor em todo o mundo, com 250 milhões de livros vendidos) e Janet Evanovich (40 milhões de livros vendidos), autores de algumas das séries policiais mais lidas, a Topseller dá o primeiro passo, com Pedro Garcia Rosado, na missão traçada aquando da sua génese: publicar e promover autores nacionais de qualidade.

Morte com Vista para o Mar é, então, a primeira aposta da chancela da 20l20 Editora na literatura policial portuguesa contemporânea, cuja sequela está já agendada para setembro de 2013, mês em que será publicado o segundo volume da série, intitulado Morte na Arena: A Descida aos Infernos

O AUTOR

Morte com Vista para o Mar é o oitavo thriller de Pedro Garcia Rosado, o primeiro de uma nova série a publicar na Topseller (chancela da 20|20 Editora), depois de Crimes Solitários, Ulianov e o Diabo, A Guerra de Gil (ed. Temas e Debates), O Clube de Macau (ed. Bertrand) A Cidade do Medo, Vermelho da Cor do Sangue e Triângulo (ed. Asa).

Escritor e tradutor profissional, Pedro Garcia Rosado elegeu o policial como o seu género de eleição, sendo o único autor português de thrillers a publicar um livro por ano na área da literatura policial. As suas narrativas vibrantes e contemporâneas têm conquistado os leitores portugueses que gostam de adrenalina e de enredos repletos de mistério e suspense. Pedro Garcia Rosado foi jornalista em O DiárioO Jornal e no Diário de Notícias, colaborador no Expresso e na Grande Reportagem(1.ª série). Foi ainda crítico de cinema no Se7e e JL.

Morte com Vista para o Mar (320 páginas / 16,49€) estará à venda em todo o país a partir de dia 20 de fevereiro e estão já agendados dois lançamentos, no Porto e em Lisboa (convites em anexo).