Um grande obrigado e agora, apontamos aos 200000 :)
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Os 20000 que cá passaram
Apenas um agradecimento rápido a todos os visitantes que contribuíram para as 20000 visitas. Aos que vieram por engano e aos que cá vêm todos os dias. Aos que se tornaram seguidores e aos que acharam que não valia a pena. Aos que gostam e até aos que não gostam e criticam (também temos desses, que luxo!). A todos desde Portugal ao Zimbabwe (temos visitantes do Zimbabwe, sim).
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Resultado Passatempo - O Espião Português de Nuno Nepomuceno
O blog em parceria com o autor Nuno Nepomuceno tinha para oferecer um exemplar do livro vencedor do prémio Book.it, O Espião Português. Para teres oportunidade de levar para casa este prémio bastava responder acertadamente às questões e preencher correctamente os restantes campos. Com um total de 179 participações, o vencedor é:
Com o número 46, Andreia Sofia Martinho dos Reis
Parabéns Andreia, vais receber um e-mail para confirmares os teus dados!
Quanto aos restantes participantes, não esmoreçam, mais tarde ou mais cedo será a vossa vez de vencer um dos passatempos do blog. Boa sorte!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Civilização publica Como Tudo Começou de Penelope Lively
Título: Como Tudo Começou
Autor: Penelope Lively
Título original: How It All Began
Tradução: Odete Martins
Formato: 155 x 235 mm
Páginas: 264 pp.
Encadernação: Capa mole
Subfamília: Romance
EAN: 9789722634595
ISBN: 978-972-26-3459-5
PVP: 16,50 €
Lançamento: Fevereiro de 2013
Quando Charlotte é assaltada e fratura a anca, a sua filha Rose não pode acompanhar o patrão, Lord Peters, a Manchester, por isso a sobrinha dele, Marion, tem de ir no seu lugar; Marion envia ao amante uma mensagem escrita que é intercetada pela mulher… e isto é apenas o início de uma cadeia de acontecimentos que irão alterar várias vidas. Como Tudo Começou é o extraordinário novo romance da vencedora do Prémio Booker, Penelope Lively, uma história que mostra como acontecimentos aleatórios podem ajudar a destruir ou curar casamentos – e a vida em geral.
Como Tudo Começou encontra-se na longlist do IMPAC Dublin Literary Awards 2013 e chega a Portugal com ótimas recensões por parte da crítica internacional.
“Este romance apresenta algumas das personagens mais divertidas e cativantes de Lively […] [Lively] continua a ser uma sublime contadora de histórias”, escreve o Guardian.
“Profundamente divertido, essencialmente leve, muitíssimo bem escrito e temperado com rara sabedoria”, acrescenta a Literary Review.
“Mais atual do que muitos autores com metade da sua idade […] Lively sabe umas coisas sobre contar histórias”, conclui o Times.
Penelope Lively cresceu no Egito e aos 12 anos mudou-se para Inglaterra, onde se licenciou em História. Pertence ao Conselho Diretivo da Royal Society of Literature e é membro da PEN e da Society of Authors. Uma prolífica autora de romances e de coletâneas de contos para crianças e adultos, foi nomeada duas vezes para o Prémio Booker e à terceira conquistou-o com Anel de Areia. Escreveu guiões para rádio e televisão e apresentou um programa de literatura infantil na BBC Rádio 4. É ainda uma escritora de livros infantis e ganhou a Carnegie Medal (que premeia novos romances infantis ou juvenis) e o Whitbread Award. A sua escrita é muito influenciada pelas grandes mudanças sociais do século XX no Reino Unido.
Mais informações sobre a autora em http://www.penelopelively.net
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Aquisições da Semana (14)
Esta semana tive a oportunidade de adquirir 3 novos títulos. Contudo, os títulos que chegaram nestes dias servirão para um fim diferente do habitual. Não pretendo ler nenhum dos 3 porque não nutro particular interesse por nenhum deles e não é um género que costume ler habitualmente. Estes 3 livros serão oferecidos a familiares ou a outras pessoas que se mostrem interessadas. As aquisições desta semana são:
E vocês, que novidades emocionantes têm para me contar esta semana? Alguma aquisição planeada? Livros surpresa? Contem-me tudo na caixa de comentários!
Boas leituras!
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Excertos de...A Segunda Vinda de Cristo à Terra (Continuação...) de João Cerqueira
E ainda que das
fantasias de cada cliente resultasse uma técnica distinta de chafurdar nas
carnes de Liliana e Ludmila, todos comungavam de um desejo comum: «endrominar
as duas ao mesmo tempo» - proeza que jamais alguém alcançara.
A semelhante
cogitação bestial não escapou também o Comandante da GNR, homem experimentando
na doma de cavalos e pastores alemães. Mal as moças se começaram a abanar
agarradas ao varão, Liliana descendo lentamente até ao chão e Ludmila imitando
as danças dos cossacos, o Comandante desinteressou-se da teoria de Joaquim
Texugo sobre as mulheres francesas, tirou os óculos do bolso da farda,
confundiu o seu copo de whisky com o do Dr. Afonso e acabou, tal o anfitrião, a
beber pelo gargalo. A partir desse momento o sortilégio da carne subjugou-o,
transfigurando-lhe o rosto; o feitiço fê-lo esticar o pescoço, arregalar os
olhos, arreganhar os dentes e martelou-lhe na cabeça uma ideia tão firme quanto
o varão das dançarinas.
O Dr. Afonso
segredou-lhe algo sobre as pernas das raparigas, mas ele já não ouvia nada nem tão
pouco enxergava outra coisa além daqueles dois corpos lúbricos. Eram duas
feras, duas fêmeas com o cio que ele iria primeiro domesticar e depois possuir;
quis pegar na chibata mas tinha-a deixado no carro dos Texugo. Sentindo-se
desarmado ante tão bárbaras criaturas, capazes de o devorar vivo, hesitou e deu
mais uma golada da garrafa para ganhar coragem.
Mas quando
Ludmila deixou cair a saia e exibiu um par de nádegas generosas onde duas asas
de borboleta pareciam sugadas para um buraco negro, o Comandante recobrou as
forças, levantou-se como se fosse impor a ordem ou fuzilar comunistas, e
declarou que «ia trinchar as duas». O Dr.
Afonso ainda tentou agarrá-lo mas ele escapou-se com uma sapatada viril, voltou
a colocar o seu boné e avançou em passo militar em direcção às dançarinas.
Porém, pese a sua determinação, acabou por esbarrar numa outra autoridade, o
Armando, segurança do Foli Bergere à
noite, servente de pedreiro durante o
dia e primo do Armindo.
O tumulto que se
seguiu, durante o qual a autoridade da republica deu voz de prisão à autoridade
do bordel, tendo esta tentado serenar aquela coadjuvada por alguns clientes,
terminou abruptamente com a intervenção enérgica dos manos Texugo. Os fregueses
foram empurrados para os sofás e o segurança-pedreiro ameaçado de duplo
despedimento - era só fumaça, o povo que vai às casas de meninas é sereno.
Reposta a ordem, Manuel e Joaquim trouxeram de volta à mesa o Comandante com a
promessa de irem buscar as meninas.
Dito e feito.
Dali a pouco,
Manuel Texugo aparecia de braço dado com as dançarinas em trajes menores e
sapatos de tacão alto para as apresentar aos amigos. Após dar-lhes sugestões de
etiqueta e boas maneiras «fazeinde cuidado, quisto é gente fina!», despachou-as
com uma palmada no traseiro a cada uma.
Assustadas como
duas vitelas à porta do matadouro, Liliana e Ludmila prepararam-se para serem
esquartejadas. Mas apenas sucedeu uma troca de beijinhos no rosto. Afinal, o
desmanche iria ser suave. As dançarinas descontraem-se, cruzam as pernas,
descruzam as pernas, e, aos poucos, erige-se uma cavaqueira excitada, com
abundante riso, chalaças e balidos lascivos. Brindes com espumante das barracas
de tiro da expo de Vilar de Mochos sucederam-se. Os irmãos Texugo preferiram
manter-se à parte da conversa, deixando o pundonor das donzelas entregue aos
amigos.
Perturbado pela
adjacência das meninas, o calor dos corpos, o perfume e tanta carne à mostra, o
pudibundo Ramalhete recordou-se da mulher a lavar o rabo no bidé e amaldiçoou a
sua sorte - nunca o mundo lhe parecera tão injusto e as riquezas tão mal
distribuídas. Passou-lhe então pela cabeça a possibilidade de experimentar com
as Vénus de Alterne certas práticas de que ouvira falar e nunca ousara propor à
desditosa esposa; ordinárias, porcas e perigosas, mas que deviam ser uma
delícia. Sentindo próxima a desforra, não há fome que não dê fartura, encheu o
peito e compôs o que supôs um ar mais jovem: um sorriso apatetado. Porém,
dilacerava-o o dilema entre a cedência às tentações e a defesa da
respeitabilidade, conflito que geralmente redunda na paralisia ou no titubeio.
Era o que sucedia ao autarca. Tão depressa tecia elogios desconchavados a uma
das meninas como de seguida corava envergonhado e remetia-se a longos
silêncios, levando-as a pensar, cada uma à sua maneira e em línguas diferentes,
que «ali estava um bom pato para ser depenado».
Nenhum destes
problemas de índole moral ou higiénica acometia contudo o Comandante da GNR. Às
moças reclamou-se de um vigor taurino e procurava indagar do peso, das medidas
e especialidades de cada uma, provocando gargalhadas alarves a Manuel e
Joaquim, ainda mais embaraço a Ramalhete, uma leve perplexidade ao Dr. Afonso,
e muita indignação nas visadas Liliana e Ludmila. E, não contente com as
respostas evasivas da primeira e as proferidas num idioma incompreensível pela
segunda, mesmo após lhes mostrar um cartão de crédito dourado, tratava ele
próprio de as descobrir medindo-as e apalpando-as.
O Dr. Afonso
assistia divertido e, de vez em quando, também passava a mão nas coxas sedosas
das novas amigas. Porém, ao contrário da reacção desencadeada contra o
Comandante, forçando-o a retirar a mão e ameaçando dar-lhe um tabefe, Liliana e
Ludmila não apenas lhe permitiam as intimidades como ainda sorriam.
Incentivando-o no prosseguimento da exploração anatómica.
Apesar de volta
e meia ver duas Lilianas e duas Ludmilas, logo oito coxas sedosas e oito seios
de silicone, não se lembrar do que já tinha dito ou escutado, o Dr. Afonso, que
entretanto abrira a camisa e ajeitara as pregas das calças francesas, começou a
farejar uma nova oportunidade.
Uma oportunidade
Hardcore.
E a oportunidade
surgiu quando o Comandante da GNR, flagelado pelas maleitas de uma próstata de
touro vetusto, se viu constrangido a abandonar as meninas para ir ao quarto de
banho mictar. Não demorou mais de quatro minutos no urinol entupido e escarrado
o representante da autoridade, mas quando regressou descobriu que tinha sido
traído: Liliana estava sentada no colo do Dr. Afonso, Ludmila agarrava-se ao
seu pescoço e ele bebia espumante pelo sapato de uma delas. Todos contentes.
Fulminado pela
cena, como a mulher de Lot caso do sal voltasse à carne e, salgada como um
presunto, o descobrisse com as filhas, o Comandante, que se tivesse a chibata
imporia a moralidade nesta Sodoma imune a chuvas de fogo mas prometedora de
pecados nefandos, amuou e exigiu que o levassem para casa.
Antes de a
viagem começar o Comandante vomitou apoiado numa roda do Mercedes de Manuel
Texugo. Depois foi deitado na manta do cão de Joaquim e assim permaneceu
durante todo o percurso. Pelo caminhou, vociferou insultos entaramelados contra
os emigrantes, os empresários e os comunistas. No entanto, quando chegou ao
destino o Comandante recuperou o aprumo, fez continência aos empreiteiros e
entrou em casa sem cambalear.
Informações sobre o autor no site http://www.joaocerqueira.com/
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Excerto de...A Segunda Vinda de Cristo à Terra de João Cerqueira (livro a publicar em breve)
Após ter corrompido o presidente Ramalhete,
convencendo-o a autorizar a construção de um resort numa área protegida, o Dr.
Tomás Afonso, o autarca e o Comandante da GNR são levados pelos empreiteiros
Manuel e Joaquim Texugo a uma casa de meninas.
Na mesa dos sofás onde se sentaram, de frente para uma pista de dança com um varão no centro, bolas de espelhos e luzes vermelhas a catrapiscar no tecto, foram colocadas duas garrafas de whisky falsificado, um balde com gelo de água de um poço e copos que haviam sido lavados dentro de um bidão. Joaquim Texugo tirou os sapatos, serviu os amigos e bebeu pelo gargalo. Depois convidou-os a escolher algumas das meninas que estavam encostadas ao balcão ou passarinhavam de um lado para o outro, informando-os de que «já as havia corrido a todas para ganharem amor à casa». Mas, vendo-os indecisos, precisou as suas preferências «eu cá gosto delas cheiinhas, mas no fundo isto é um bicho que se aperta e chia».
E os bichos de Joaquim, soltos na selva do
alterne mas atraídos pela presença do dono e curiosos das suas amizades, não
pararam de desfilar rente à mesa lançando miradas concupiscentes, requebrando
as ancas e empinando as mamocas, fenómeno pantomímico e luxuriante que deliciou
o Dr. Afonso e levou o Presidente Ramalhete a deixar escapar o que lhe ia na
alma «estas moças de hoje estão muito bem alimentadas».
Entretanto, na pista de dança começaram a
abanar-se duas dançarinas, um pouco desengonçadas mas bem favorecidas pelas
benesses da natureza e rigor da alimentação. O show consistia num número de
striptease simultâneo, inventado pelas próprias depois de terem visto as provas
de natação sincronizada nos Jogos Olímpicos. Raras vezes conseguiam tirar as
peças de roupa ao mesmo tempo, cada uma dava passos diferentes, chegaram a
chocar com as cabeças e por vezes até discutiam durante o espectáculo. Mas nada
disto fazia diminuir o deslumbre do público masculino que, de boca aberta,
observava a performance feminina num silêncio reverencial de crentes diante de
uma epifania. Esse era o único momento da sessão durante o qual a vozearia se
calava e apenas se ouvia, de uma velha gravação riscada, je t’aime moi non plus.
Com efeito,
clientes que galhofavam ruidosamente, regateavam preços com as meninas,
confidenciavam-lhes as misérias domésticas ou os infortúnios profissionais,
escutado o anúncio do DJ de estar prestes a começar «o nunca visto show erótico
e selvagem de Liliana e Ludmila», emudeciam. Porque as artistas, mesmo estando
em cena há quase três meses e apresentando como única mudança a troca da
posição direita para a posição esquerda, detinham o misterioso poder de
enfeitiçar os fregueses do Foli Bergere. Poder
que talvez adviesse de estarem proibidas de se dedicarem a outras artes da
luxúria que não as do desnudar musical, enquanto durasse o aclamado show,
erótico e selvagem. Por isso, nas noites de Sexta e de Sábado a imaginação dos
clientes desvairava, por culpa dos meneios e da nudez de Liliana e Ludmila. Uma
morena, outra loira, dois amores.
Informações sobre o autor no site http://www.joaocerqueira.com/
Informações sobre o autor no site http://www.joaocerqueira.com/
Civilização publica A Herdade de Jane Smiley
Título: A Herdade
Autor: Jane Smiley
Título original: A Thousand Acres
Tradução: Helena Lopes
Formato: 155 x 235 mm
Páginas: 456 pp.
Encadernação: Capa mole
Subfamília: Romance
EAN: 9789722634793
ISBN: 978-972-26-3479-3
PVP: 18,50 €
Lançamento: Fevereiro de 2013
Autor: Jane Smiley
Título original: A Thousand Acres
Tradução: Helena Lopes
Formato: 155 x 235 mm
Páginas: 456 pp.
Encadernação: Capa mole
Subfamília: Romance
EAN: 9789722634793
ISBN: 978-972-26-3479-3
PVP: 18,50 €
Lançamento: Fevereiro de 2013
A propriedade de Larry Cook é a maior de Zebulon County, Iowa, e um reflexo do seu trabalho e perseverança. De um momento para o outro, Larry, um homem orgulhoso e possessivo, decide reformarse e doar a propriedade às suas três filhas, Ginny, Rise e Caroline, numa atitude pouco típica do seu temperamento. A Herdade, o romance com que Jane Smiley venceu o Pulitzer, é uma adaptação
contemporânea do Rei Lear. Foi adaptado ao cinema e interpretado, entre outros, por Michelle Pfeiffer,
Jessica Lange ou Jason Robards.
Considerada uma das maiores autoras contemporâneas norte-americanas, o novo romance de Jane Smiley chega a Portugal com óptimas críticas por parte da imprensa internacional. “A Herdade é um romance forte e intrincado […] soberbo”, escreve o Sunday Times. “Ficção épica do mais alto nível, realista, intenso e completamente viciante.”, acrescenta a Literary Review. “Poderoso, comovente, íntimo e envolvente.”, conclui o New York Times.
O seu último romance, Vida Privada, publicado pela Civilização em setembro de 2011, tinha por pano de fundo os grandes acontecimentos da história americana – da Guerra Civil à Segunda Guerra Mundial.
Jane Smiley nasceu em Los Angeles, na Califórnia, e viveu em vários sítios antes de tirar o bacharelato no Vassar College, em 1971. Passou um ano a viajar pela Europa e regressou aos EUA para tirar a licenciatura em Iowa, onde viria depois a ensinar. É autora de vários romances, incluindo Vida Privada e A Herdade, vencedor do Prémio Pulitzer, em 1992, de ensaios e de livros de não-ficção. Entrou, em 2001, para a Academia Americana de Artes e Letras e recebeu, em 2006, o prémio PEN USA Lifetime Achievement Award for Literature. Actualmente, vive no Norte da Califórnia.
Mais informações em: http://web.mac.com/therealjanesmiley/iWeb/Site/index.html
ACHIMPA nomeado para PRÉMIO SPA AUTORES 2013
ACHIMPA, de Catarina Sobral nomeado para a categoria de Melhor Livro Infanto-Juvenil do Prémio Autores 2013, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores.
GALA DE ENTREGA DE PRÉMIOS na segunda-feira às 21h.
Acompanhe-nos na RTP!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Resultado - Passatempo O Homem que Sonhava Ser Hitler de Tiago Rebelo
O blog em parceria com o autor Tiago Rebelo tinha para oferecer um exemplar do livro O Homem Que Sonhava Ser Hitler. Para teres oportunidade de ser o vencedor bastava responder acertadamente às questões e preencher os restantes campos correctamente.
Com um total de 297 participações, o vencedor do passatempo é:
Ricardo José Neves Moita
Parabéns ao vencedor!
Quanto aos restantes, continuem a participar e acabará por ser vossa a sorte de vencer um passatempo.
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