quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

ACHIMPA vence PRÉMIO MELHOR LIVRO INFANTO-JUVENIL | Spa Autores 2013


Eu achimpo, tu achimpas, ele achimpa...

Catarina Sobral achimpou o prémio de Melhor Livro Infanto-Juvenil, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores.
Já em 2012, GREVE, o seu livro de estreia, foi contemplado com a Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração.

Let's look at the trailer! https://vimeo.com/53871556

ACHIMPA
Texto e ilustrações de Catarina Sobral
MELHOR LIVRO INFANTO-JUVENIL | PRÉMIO SPA AUTORES 2013

Novidades Asa - Março

MENINA DE OURO, Chris Cleave
(nas livrarias a 21 de Março)


“Chris Cleave é um artesão da palavra. A sua escrita é tão comovente que quase nos esmaga. Menina de Ouro devia ser leitura obrigatória.”
The Times


“Um romance sensacional. Consegue a proeza de vencer o sarcasmo urbano e comover, porque, de facto, foca o essencial.”
The Observer


O LIVRO

Bestseller do The New York Times e USA Today, Menina de Ouro, de Chris Cleave, é um livro sobre os limites do amor. Sobre as nossas lutas diárias. Sobre o conflito entre os nossos desejos e a realidade. Sobre Kate e Zoe. Duas mulheres brilhantes com um sonho que apenas uma poderá realizar. Sobre Sophie. Uma criança dotada de uma sensibilidade rara, que luta entre a vida e a morte contra uma leucemia linfobástica aguda. Estão unidas por um segredo. Delas se exige uma escolha. No momento mais importante das suas vidas, uma delas terá de fazer o derradeiro sacrifício.

Recomendado pelos mais importantes clubes de leitura, Menina de Ouro é sobre o que significa ser humano, mas também sobre o que nos permite a todos, de diferentes formas, atingir o extraordinário.

O AUTOR

Chris Cleave nasceu em 1973 nos Camarões. Foi jornalista, colunista, barman, marinheiro e professor.

Incendiário, o seu romance de estreia, venceu o Somerset Maugham Award em 2006, o Book-of-the-Month Club Award na categoria de primeiro romance e o Prémio Especial do Júri nos Prémios dos Leitores de França em 2007. Foi adaptado para o cinema, num filme protagonizado por Ewan McGregor e Michelle Williams.

Seguiu-se Pequena Abelha, um estrondoso sucesso de crítica e público em todo o mundo. Integrou as listas dos melhores livros do ano de diversas publicações, entre elas, o The Independent, a O, The Oprah Magazine e o Chicago Tribune. Foi finalista do Costa Novel Award 2008 e do Commonwealth Writers’ Prize 2009. Está a ser adaptado para o cinema, num filme protagonizado por Nicole Kidman.

Menina de Ouro, o seu mais recente romance, foi a derradeira confirmação do talento do autor. Aclamado pela crítica, teve entrada imediata na lista de bestsellers do The New York Times e USA Today, e é recomendado pelos mais importantes clubes de leitura. Chris Cleave vive actualmente em Londres com a mulher e os filhos.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Passatempo - Branco de Alberto Silva


Como prometido, aqui temos um passatempo para o livro que vos falei aqui. O blog em parceria com o autor Alberto Silva tem para oferecer um exemplar do livro Branco. Para seres o vencedor do passatempo basta responder acertadamente às questões e preencher os restantes campos correctamente.


Regras do Passatempo:
-O Passatempo tem início hoje e são aceites participações até ao dia 10 de Março de 2013.
-O vencedor é escolhido aleatoriamente.
-Apenas é permitida uma participação por morada.
-Vencedor contactado via e-mail.
-O blog não se responsabiliza pelo extravio dos livros.

Podem encontrar as respostas às perguntas aqui!

Terminado

Os 20000 que cá passaram

Apenas um agradecimento rápido a todos os visitantes que contribuíram para as 20000 visitas. Aos que vieram por engano e aos que cá vêm todos os dias. Aos que se tornaram seguidores e aos que acharam que não valia a pena. Aos que gostam e até aos que não gostam e criticam (também temos desses, que luxo!). A todos desde Portugal ao Zimbabwe (temos visitantes do Zimbabwe, sim).

Um grande obrigado e agora, apontamos aos 200000 :)


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Resultado Passatempo - O Espião Português de Nuno Nepomuceno


O blog em parceria com o autor Nuno Nepomuceno tinha para oferecer um exemplar do livro vencedor do prémio Book.it, O Espião Português. Para teres oportunidade de levar para casa este prémio bastava responder acertadamente às questões e preencher correctamente os restantes campos. Com um total de 179 participações, o vencedor é:


Com o número 46, Andreia Sofia Martinho dos Reis
Parabéns Andreia, vais receber um e-mail para confirmares os teus dados!

Quanto aos restantes participantes, não esmoreçam, mais tarde ou mais cedo será a vossa vez de vencer um dos passatempos do blog. Boa sorte!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Civilização publica Como Tudo Começou de Penelope Lively


Título: Como Tudo Começou
Autor: Penelope Lively
Título original: How It All Began
Tradução: Odete Martins
Formato: 155 x 235 mm
Páginas: 264 pp.
Encadernação: Capa mole
Subfamília: Romance
EAN: 9789722634595
ISBN: 978-972-26-3459-5
PVP: 16,50 €
Lançamento: Fevereiro de 2013







Quando Charlotte é assaltada e fratura a anca, a sua filha Rose não pode acompanhar o patrão, Lord Peters, a Manchester, por isso a sobrinha dele, Marion, tem de ir no seu lugar; Marion envia ao amante uma mensagem escrita que é intercetada pela mulher… e isto é apenas o início de uma cadeia de acontecimentos que irão alterar várias vidas. Como Tudo Começou é o extraordinário novo romance da vencedora do Prémio Booker, Penelope Lively, uma história que mostra como acontecimentos aleatórios podem ajudar a destruir ou curar casamentos – e a vida em geral.
Como Tudo Começou encontra-se na longlist do IMPAC Dublin Literary Awards 2013 e chega a Portugal com ótimas recensões por parte da crítica internacional. 

“Este romance apresenta algumas das personagens mais divertidas e cativantes de Lively […] [Lively] continua a ser uma sublime contadora de histórias”, escreve o Guardian. 

“Profundamente divertido, essencialmente leve, muitíssimo bem escrito e temperado com rara sabedoria”, acrescenta a Literary Review. 

“Mais atual do que muitos autores com metade da sua idade […] Lively sabe umas coisas sobre contar histórias”, conclui o Times.

Penelope Lively cresceu no Egito e aos 12 anos mudou-se para Inglaterra, onde se licenciou em História. Pertence ao Conselho Diretivo da Royal Society of Literature e é membro da PEN e da Society of Authors. Uma prolífica autora de romances e de coletâneas de contos para crianças e adultos, foi nomeada duas vezes para o Prémio Booker e à terceira conquistou-o com Anel de Areia. Escreveu guiões para rádio e televisão e apresentou um programa de literatura infantil na BBC Rádio 4. É ainda uma escritora de livros infantis e ganhou a Carnegie Medal (que premeia novos romances infantis ou juvenis) e o Whitbread Award. A sua escrita é muito influenciada pelas grandes mudanças sociais do século XX no Reino Unido.

Mais informações sobre a autora em http://www.penelopelively.net

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Aquisições da Semana (14)

Esta semana tive a oportunidade de adquirir 3 novos títulos. Contudo, os títulos que chegaram nestes dias servirão para um fim diferente do habitual. Não pretendo ler nenhum dos 3 porque não nutro particular interesse por nenhum deles e não é um género que costume ler habitualmente. Estes 3 livros serão oferecidos a familiares ou a outras pessoas que se mostrem interessadas. As aquisições desta semana são:


E vocês, que novidades emocionantes têm para me contar esta semana? Alguma aquisição planeada? Livros surpresa? Contem-me tudo na caixa de comentários!

Boas leituras!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Excertos de...A Segunda Vinda de Cristo à Terra (Continuação...) de João Cerqueira


E ainda que das fantasias de cada cliente resultasse uma técnica distinta de chafurdar nas carnes de Liliana e Ludmila, todos comungavam de um desejo comum: «endrominar as duas ao mesmo tempo» - proeza que jamais alguém alcançara.
A semelhante cogitação bestial não escapou também o Comandante da GNR, homem experimentando na doma de cavalos e pastores alemães. Mal as moças se começaram a abanar agarradas ao varão, Liliana descendo lentamente até ao chão e Ludmila imitando as danças dos cossacos, o Comandante desinteressou-se da teoria de Joaquim Texugo sobre as mulheres francesas, tirou os óculos do bolso da farda, confundiu o seu copo de whisky com o do Dr. Afonso e acabou, tal o anfitrião, a beber pelo gargalo. A partir desse momento o sortilégio da carne subjugou-o, transfigurando-lhe o rosto; o feitiço fê-lo esticar o pescoço, arregalar os olhos, arreganhar os dentes e martelou-lhe na cabeça uma ideia tão firme quanto o varão das dançarinas.
O Dr. Afonso segredou-lhe algo sobre as pernas das raparigas, mas ele já não ouvia nada nem tão pouco enxergava outra coisa além daqueles dois corpos lúbricos. Eram duas feras, duas fêmeas com o cio que ele iria primeiro domesticar e depois possuir; quis pegar na chibata mas tinha-a deixado no carro dos Texugo. Sentindo-se desarmado ante tão bárbaras criaturas, capazes de o devorar vivo, hesitou e deu mais uma golada da garrafa para ganhar coragem.
Mas quando Ludmila deixou cair a saia e exibiu um par de nádegas generosas onde duas asas de borboleta pareciam sugadas para um buraco negro, o Comandante recobrou as forças, levantou-se como se fosse impor a ordem ou fuzilar comunistas, e declarou que «ia trinchar as duas». O Dr. Afonso ainda tentou agarrá-lo mas ele escapou-se com uma sapatada viril, voltou a colocar o seu boné e avançou em passo militar em direcção às dançarinas. Porém, pese a sua determinação, acabou por esbarrar numa outra autoridade, o Armando, segurança do Foli Bergere à noite, servente de pedreiro durante o dia e primo do Armindo.
O tumulto que se seguiu, durante o qual a autoridade da republica deu voz de prisão à autoridade do bordel, tendo esta tentado serenar aquela coadjuvada por alguns clientes, terminou abruptamente com a intervenção enérgica dos manos Texugo. Os fregueses foram empurrados para os sofás e o segurança-pedreiro ameaçado de duplo despedimento - era só fumaça, o povo que vai às casas de meninas é sereno. Reposta a ordem, Manuel e Joaquim trouxeram de volta à mesa o Comandante com a promessa de irem buscar as meninas.
Dito e feito. 
Dali a pouco, Manuel Texugo aparecia de braço dado com as dançarinas em trajes menores e sapatos de tacão alto para as apresentar aos amigos. Após dar-lhes sugestões de etiqueta e boas maneiras «fazeinde cuidado, quisto é gente fina!», despachou-as com uma palmada no traseiro a cada uma.
Assustadas como duas vitelas à porta do matadouro, Liliana e Ludmila prepararam-se para serem esquartejadas. Mas apenas sucedeu uma troca de beijinhos no rosto. Afinal, o desmanche iria ser suave. As dançarinas descontraem-se, cruzam as pernas, descruzam as pernas, e, aos poucos, erige-se uma cavaqueira excitada, com abundante riso, chalaças e balidos lascivos. Brindes com espumante das barracas de tiro da expo de Vilar de Mochos sucederam-se. Os irmãos Texugo preferiram manter-se à parte da conversa, deixando o pundonor das donzelas entregue aos amigos.
Perturbado pela adjacência das meninas, o calor dos corpos, o perfume e tanta carne à mostra, o pudibundo Ramalhete recordou-se da mulher a lavar o rabo no bidé e amaldiçoou a sua sorte - nunca o mundo lhe parecera tão injusto e as riquezas tão mal distribuídas. Passou-lhe então pela cabeça a possibilidade de experimentar com as Vénus de Alterne certas práticas de que ouvira falar e nunca ousara propor à desditosa esposa; ordinárias, porcas e perigosas, mas que deviam ser uma delícia. Sentindo próxima a desforra, não há fome que não dê fartura, encheu o peito e compôs o que supôs um ar mais jovem: um sorriso apatetado. Porém, dilacerava-o o dilema entre a cedência às tentações e a defesa da respeitabilidade, conflito que geralmente redunda na paralisia ou no titubeio. Era o que sucedia ao autarca. Tão depressa tecia elogios desconchavados a uma das meninas como de seguida corava envergonhado e remetia-se a longos silêncios, levando-as a pensar, cada uma à sua maneira e em línguas diferentes, que «ali estava um bom pato para ser depenado».
Nenhum destes problemas de índole moral ou higiénica acometia contudo o Comandante da GNR. Às moças reclamou-se de um vigor taurino e procurava indagar do peso, das medidas e especialidades de cada uma, provocando gargalhadas alarves a Manuel e Joaquim, ainda mais embaraço a Ramalhete, uma leve perplexidade ao Dr. Afonso, e muita indignação nas visadas Liliana e Ludmila. E, não contente com as respostas evasivas da primeira e as proferidas num idioma incompreensível pela segunda, mesmo após lhes mostrar um cartão de crédito dourado, tratava ele próprio de as descobrir medindo-as e apalpando-as.
O Dr. Afonso assistia divertido e, de vez em quando, também passava a mão nas coxas sedosas das novas amigas. Porém, ao contrário da reacção desencadeada contra o Comandante, forçando-o a retirar a mão e ameaçando dar-lhe um tabefe, Liliana e Ludmila não apenas lhe permitiam as intimidades como ainda sorriam. Incentivando-o no prosseguimento da exploração anatómica.
Apesar de volta e meia ver duas Lilianas e duas Ludmilas, logo oito coxas sedosas e oito seios de silicone, não se lembrar do que já tinha dito ou escutado, o Dr. Afonso, que entretanto abrira a camisa e ajeitara as pregas das calças francesas, começou a farejar uma nova oportunidade.
Uma oportunidade Hardcore.
E a oportunidade surgiu quando o Comandante da GNR, flagelado pelas maleitas de uma próstata de touro vetusto, se viu constrangido a abandonar as meninas para ir ao quarto de banho mictar. Não demorou mais de quatro minutos no urinol entupido e escarrado o representante da autoridade, mas quando regressou descobriu que tinha sido traído: Liliana estava sentada no colo do Dr. Afonso, Ludmila agarrava-se ao seu pescoço e ele bebia espumante pelo sapato de uma delas. Todos contentes.
Fulminado pela cena, como a mulher de Lot caso do sal voltasse à carne e, salgada como um presunto, o descobrisse com as filhas, o Comandante, que se tivesse a chibata imporia a moralidade nesta Sodoma imune a chuvas de fogo mas prometedora de pecados nefandos, amuou e exigiu que o levassem para casa.
Antes de a viagem começar o Comandante vomitou apoiado numa roda do Mercedes de Manuel Texugo. Depois foi deitado na manta do cão de Joaquim e assim permaneceu durante todo o percurso. Pelo caminhou, vociferou insultos entaramelados contra os emigrantes, os empresários e os comunistas. No entanto, quando chegou ao destino o Comandante recuperou o aprumo, fez continência aos empreiteiros e entrou em casa sem cambalear.

Informações sobre o autor no site http://www.joaocerqueira.com/


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Excerto de...A Segunda Vinda de Cristo à Terra de João Cerqueira (livro a publicar em breve)


Após ter corrompido o presidente Ramalhete, convencendo-o a autorizar a construção de um resort numa área protegida, o Dr. Tomás Afonso, o autarca e o Comandante da GNR são levados pelos empreiteiros Manuel e Joaquim Texugo a uma casa de meninas.

Na mesa dos sofás onde se sentaram, de frente para uma pista de dança com um varão no centro, bolas de espelhos e luzes vermelhas a catrapiscar no tecto, foram colocadas duas garrafas de whisky falsificado, um balde com gelo de água de um poço e copos que haviam sido lavados dentro de um bidão. Joaquim Texugo tirou os sapatos, serviu os amigos e bebeu pelo gargalo. Depois convidou-os a escolher algumas das meninas que estavam encostadas ao balcão ou passarinhavam de um lado para o outro, informando-os de que «já as havia corrido a todas para ganharem amor à casa». Mas, vendo-os indecisos, precisou as suas preferências «eu cá gosto delas cheiinhas, mas no fundo isto é um bicho que se aperta e chia».
E os bichos de Joaquim, soltos na selva do alterne mas atraídos pela presença do dono e curiosos das suas amizades, não pararam de desfilar rente à mesa lançando miradas concupiscentes, requebrando as ancas e empinando as mamocas, fenómeno pantomímico e luxuriante que deliciou o Dr. Afonso e levou o Presidente Ramalhete a deixar escapar o que lhe ia na alma «estas moças de hoje estão muito bem alimentadas».
Entretanto, na pista de dança começaram a abanar-se duas dançarinas, um pouco desengonçadas mas bem favorecidas pelas benesses da natureza e rigor da alimentação. O show consistia num número de striptease simultâneo, inventado pelas próprias depois de terem visto as provas de natação sincronizada nos Jogos Olímpicos. Raras vezes conseguiam tirar as peças de roupa ao mesmo tempo, cada uma dava passos diferentes, chegaram a chocar com as cabeças e por vezes até discutiam durante o espectáculo. Mas nada disto fazia diminuir o deslumbre do público masculino que, de boca aberta, observava a performance feminina num silêncio reverencial de crentes diante de uma epifania. Esse era o único momento da sessão durante o qual a vozearia se calava e apenas se ouvia, de uma velha gravação riscada, je t’aime moi non plus.
Com efeito, clientes que galhofavam ruidosamente, regateavam preços com as meninas, confidenciavam-lhes as misérias domésticas ou os infortúnios profissionais, escutado o anúncio do DJ de estar prestes a começar «o nunca visto show erótico e selvagem de Liliana e Ludmila», emudeciam. Porque as artistas, mesmo estando em cena há quase três meses e apresentando como única mudança a troca da posição direita para a posição esquerda, detinham o misterioso poder de enfeitiçar os fregueses do Foli Bergere. Poder que talvez adviesse de estarem proibidas de se dedicarem a outras artes da luxúria que não as do desnudar musical, enquanto durasse o aclamado show, erótico e selvagem. Por isso, nas noites de Sexta e de Sábado a imaginação dos clientes desvairava, por culpa dos meneios e da nudez de Liliana e Ludmila. Uma morena, outra loira, dois amores.

Informações sobre o autor no site http://www.joaocerqueira.com/

Lançamento de «CADERNOS ITALIANOS»,de EDUARDO PITTA, segunda-feira, na Almedina do Atrium Saldanha.


Mais informações sobre o livro aqui.